Frisson justificado ou mera fumaça midiática?
O jornal “The Guardian” classificou-o como “o livro do século”. A apresentadora Oprah Winfrey incluiu a obra em seu prestigioso Oprah’s Book Club. O próprio presidente Obama devorou as mais de 600 páginas durante as... (...)
A banalidade do extraordinário
O engenho narrativo revela-se logo nos dois primeiros capítulos: ao descrever o acidente que interrompe o idílico piquenique do casal Joe e Clarissa nas colinas de Chiltren, interior da Inglaterra, Ian McEwan desenha em 31... (...)
Lágrimas de que destruíram a Muralha
Em “O poder do mito”, Joseph Campbell define a mitologia como uma música que dançamos mesmo quando não reconhecemos sua melodia. Essa espécie de “canção do universo” faria ressoar (...)
Romance autobiográfico revisita dor e delícia dos 80
Ivana Arruda Leite não cabe no escaninho redutor da “literatura feminina”. Suas narrativas, embora quase sempre protagonizadas por mulheres, recusam o registro delicado e sentimental (...)
Gênero épico e brasileiro
Durante muito tempo, carnaval no Rio foi sinônimo de samba de enredo. Os mais jovens podem estranhar, mas antes da monocórdica onda do axé music e de as marchinhas ressurgirem com força na esteira dos blocos, os hinos das escolas tocavam massivamente nas rádios, animavam foliões, serviam de trilha-sonora para paixões tão coloridas e fugazes quanto uma serpentina no ar... (...)