
2009 foi um ano de tristezas, com mortes em família e a injusta queda do Império Serrano, exatamente quando eu estive mais próximo da minha escola. Foi um ano de trabalho, com dois livros e a sempre tensa eleição na OAB. Foi um ano de viagens: Toronto, Montreal, Quebec, Nova Iorque... Um ano de alegrias, como a reviravolta do Flu e a chegada da Mafalda, nova (e peluda) moradora lá de casa. Ano, também, de amor renovado pela Flá e pelos tantos e tão queridos amigos que me cercam de alegria e ombros generosos.
Como amanhã cedo vou para a Floresta Amazônica e não sei se, lá, terei acesso à internet, antecipo-me aqui para desejar que 2010 seja ainda melhor para todos nós. Com paz, serenidade, saúde, suor, arte - e alguma grana, porque ninguém é de ferro. Um grande beijo em todos vocês. E força, muita força, sempre.
Internado desde o fim de novembro com insuficiência respiratória, Walter Alfaiate será homenageado em show que vários artistas amigos realizarão na próxima segunda, a partir das 19h, no Circo Voador. O objetivo principal do espetáculo é arrecadar recursos para custear o tratamento de seu Walter. Estão confirmadas as participações de Wilson Moreira, Monarco, Velha Guarda da Portela, Arlindo Cruz, Alcione e Moyseis Marques.
Aproveitem: a Cosac Naify está oferecendo download gratuito do interessantíssimo ensaio O suplício de Papai Noel, escrito em 1952 por Claude Lévi-Strauss. No texto, o antropólogo parte de um acontecimento insólito - a queima de um boneco de Papai Noel na França, em 1951 - para analisar o mito desse que é um dos mais fortes símbolos do Natal ao longo dos tempos.
Lévi-Strauss mostra que, mais do que configurar simplesmente uma importação cultural made in USA, Papai Noel relaciona-se com mitos e ritos de diferentes culturas em épocas distintas, simbolizando uma "negociação implícita entre as gerações, entre os adultos e as crianças, em torno de um período curto do ano no qual os últimos “tem o direito de exigir presentes” dos primeiros", como destaca o historiador Luiz Felipe de Alencastro.
Baixe o arquivo aqui.
Vai rolar hoje, no Kiosque do Português, o lançamento de O ciclista da madrugada, novo livro de Arnaldo Bloch. O evento será precedido por uma pedalada que partirá às 20h do Arpoador e seguirá até o Leblon, onde fica o quiosque. Aos que preferirem ir direto para lá, vale chegar em torno das 21h.
Na nova obra, Arnaldo reúne algumas das melhores crônicas publicadas em sua coluna semanal no jornal O Globo. A seleção dos textos foi feita pelo próprio autor. O prefácio do livro é assinado pelo grande Aldir Blanc, que destaca: "Arnaldo, além de ver o que nos escapa, descreve o que viu com leveza e sensibilidade”.
O ciclista da madrugada traz, ainda, um encarte colorido de 24 páginas, com fotos e desenhos veiculados originalmente junto com as crônicas no jornal. As imagens foram feitas pelo próprio Arnaldo ou por colegas como Cavalcante e Marcelo Monteiro, num experimento cotidiano de fusão entre texto e imagem.
O Kiosque do Português fica em frente à Rua José Linhares.
Recomendo a leitura do texto A moda, o samba e a vigarice do estilo, publicado no site Tribuneiros pelo amigo Carlos Andreazza. Em poucos parágrafos, ele comenta, com viés crítico, a nova série de camisas da grife Osklen. Segue o trecho inicial do artigo. Leia a íntegra aqui.
"(...) Nada tenho contra a moda; e nem poderia: sou filho de uma produtora e irmão de uma estilista - mulheres que sempre compreenderam a coisa como a coisa é, trabalho honrado, simplesmente trabalho honesto.
Feito o [necessário] preâmbulo, chego ao ponto: uma série covarde de camisas, da grife Osklen, que ostenta, em cores e fontes variadas, a palavra “samba” - o que me serve para exemplificar uma tendência repugnante que aos poucos se impõe: a substituição da cultura pelo estilo, a troca da tradição pela afetação, a reposição da experiência pela frivolidade.
Porque puramente inscrito, jogado num pano sem contexto, cuspido assim, quase ao acaso, o termo “samba” estampado numa camisa de marca nada mais é que estilo transitório, descartável e esvaziado de conteúdo; nada mais representa que “fazer estilo”, que enganar, que montar intenção [falsa], que usurpar os significados, que adulterar os símbolos, que vender a imagem superficial do que, à vera, quando o couro come, não interessa. (O que verdadeiramente me irrita é o que ao samba resta nesta apropriação reciclável - neste golpe cafajeste: exotismo de verão). (...)"
Coordenado por Federico Lavezzo, o livro Dez cariocas (Ferreyra Editor) será lançado na próxima sexta-feira, na cidade de Rosário (Argentina). A publicação é uma coletânea de contos de escritores que nasceram ou escolheram o Rio de Janeiro para viver. Todas as histórias têm alguma referência à cidade, e a edição é bilíngue (a tradução para o espanhol foi feita pelo próprio Federico)
Participo do livro com o conto Folia. Meus colegas de páginas são Sérgio Sant'Anna, Paulo Henriques Brito, Fernando Molica, João Paulo Cuenca, Cecilia Gianetti, Ana Paula Maia, Bráulio Tavares, Leandro Salgueirinho e Manoela Sawitzki.
Sob a chuva que volta e meia cai especialmente para nos abeçoar e a proteção de São Jorge Santo Guerreiro, o Império Serrano fez um promissor ensaio técnico ontem na Sapucaí. Com o samba na ponta da língua, o que é raro a três meses do carnaval, e contingente superior aos da Mocidade e da Vila, a escola passou muito bem. Estou desconfiado de que esse samba sobre as ruas do João do Rio vai emocionar a Sapucaí. Vejam, no vídeo abaixo, uma palinha do ensaio.
Hoje, às 19h30, no Oi Futuro Flamengo, será lançada mais uma edição da revista Ficções. A publicação, em nova fase, traz contos inéditos de Ana Paula Maia, de Sônia Coutinho, de Dodô Azevedo e deste que vos escreve, entre outros autores, além de um trecho do novo romance (ainda em construção) do Flávio Izhaki. A festa terá o dublê de escritor e DJ Dodô nas carrapetas.
Retomando o projeto da revista que circulou nas bancas entre 1996 e 2006, a ideia é oferecer uma publicação ao mesmo tempo impressa e digital. O formato de papel tem 96 páginas e custará R$ 26. Hoje também será lançado o site da revista, no qual autores poderão se candidatar para ter seu texto incluído na publicação. Os contos mais interessantes irão para o site e, a cada quatro meses, alguns deles serão selecionados para a revista impressa, na qual dividirão espaço com textos de escritores já sedimentados no mercado. "É uma forma de catapultar um escritor desconhecido (de qualquer lugar do país)”, explica Julio Silveira, coeditor da revista.
O Oi Futuro fica na Rua Dois de Dezembro, 63. Apareçam!
O Poeta da Vila, que, se vivo, hoje completaria 99 anos recebe a homenagem deste blog nas sempre precisas palavras de Luiz Antonio Simas. Em seu blog Histórias brasileiras, Simas escreveu o mais belo tributo que Noel poderia receber. Leia, abaixo, o início do texto. E não deixe de conferir a íntegra aqui.
"Nöel Rosa é um dos inventores do Brasil, gênio da raça. Deveria ser ensinado nas escolas, cantado nas universidades, bebido nos botequins, saudado nas esquinas e reverenciado nos terreiros.
Nöel Rosa é Exu e Oxalá ao mesmo tempo - homem da rua, dono do corpo, malandro maneiro, azougue de céu e terra, civilizador afoito e velho sábio. Feito Obatalá bebeu o vinho de palma, dormiu na sombra da palmeira, largou a medicina como se larga a tarefa de Olodumare, zombou da sorte, não criou o mundo mas moldou no verso - ritmado em samba - o homem.
Nöel Rosa é tapa na cara do preconceito e prova evidente de que o maior elemento civilizador do Brasil é o samba. Não pensou em remover favela - subiu o morro, aprendeu, ensinou, bateu, levou e inventou a vida entre o pandeiro e a viola. Branco azedo entre os pretos, feito camisa do Botafogo.
Nöel Rosa é conversa de botequim, futebol no rádio de pilha, conta pendurada, caldo verde pra curar ressaca, conversa fiada, sacanagem no portão, punheta de garoto, pêra uva maçã salada mista, selo carniça nova, pipa no céu, bola ou búlica, vida pela sete, com tabela na caçapa do meio. Brasil que gosta do Brasil. (...)"
Excelente o texto que o Joaquim Ferreira dos Santos publicou, hoje, em sua coluna no Segundo Caderno (O Globo). Mais do que um elogio à Marrom Alcione, o artigo é uma ode às cantoras viscerais e um libelo contra a ditadura do 'cool' na música. Segue a íntegra:
"Uma cantora que não quer ser ‘cool’"
Joaquim Ferreira dos Santos
"O novo disco da Alcione, “Acesa”, é tudo que já tentei dizer outras vezes e fracassei porque, vejo agora, faltou ao verbo o gostoso veneno da voz da Marrom. Enfim, uma mulher que sabe quem manda nesta casa. Ela. A loba. Uma cantora que não quer ser cool como todas as outras que neste momento estão mostrando um clássico de Assis Valente na Lapa. Pelo contrário. Uma cantora que é capaz até mesmo de ficar ofendida se for elogiada de cool por alguma faixa mais suave. Esse negócio — Alcione sabe e se ela não diz claramente foi o que eu entendi em todas as faixas do CD — esse negócio de cool é segredo para quatro paredes. É coisa do macho dela para com a fêmea que ela é, e, em contrapartida romântica, é coisa dela para com o distinto do travesseiro ao lado. Ninguém tem nada a ver com isso. Cool é questão de foro íntimo, tem seu momento. O problema é que as novas cantoras, por mais afinadas que sejam, por mais bonitinhas que fotografem na capa, só pensam nisso. Só pensam em falar baixinho, sussurrar o que não tenha a ver com as suas vidas e principalmente não contrariar quem quer que seja com idiossincrasias fora do tom. Não é só a bebida. Cantam com moderação.
Elas refletem a falta de vísceras que está na música cheia de pudor, no teatro cheio de bom gosto e no jornalismo sem suor. Um país chato. Todos querem sê-lo assim, pronominais, limpinhos, contemporâneos e thai. Todos querem o elogio pelo minimalismo wall-paper que viram ontem na revista internacional e pela capacidade de se comportar dentro dos padrões ditados há dezenas de anos pelos controladores de som da bossa nova. Não é o caso de Alcione e sua voz de trompete garantindo, em tom maior, que há outras maneiras de cantar, de se levar a vida. Enfim, uma cantora que sabe o que interessa. Ele.
Alcione fala de tudo que as outras, com medo do que a Marisa Monte vai pensar, abafam. O CD de Alcione é feito de cheiros exalados pelo amor cheio de sacanagem de um casal que se ama, letras desenhadas pelas ameaças sentimentais de quando o pau quebra entre o casal que deixou de se amar. A MPB sofre de um medo generalizado de dar bandeira e dizer o que acontece toda hora a todos lá fora. Fracassei. Menti. Traí. Há um medo sanitário em gritar o tesão e, o horror dos descolados, parecer ligado demais em coisas antigas.
“Vem matar o meu desejo, meu corpo te chama”, diz a Marrom, sem pensar no que a Maria Gadú vai achar desse clamor musical.
Alcione mistura tango, samba, bolero e muito vem-cá-meu-nego, você-não-sabe-o-que-está-perdendo. Ela joga fora os manuais que a geração Marisa Monte decora para ser elegante, essa obsessão que paralisa os otários com as notícias que saíram anteontem numa revistinha de Berlim. Em “Acesa”, o nome está dizendo, não tem meia-luz. É o escancaro, “a brasa na minha esteira” e “as armadilhas da paixão”. Tudo na frente do espelho e de janela aberta. O verbo é cru, mas não é sushi.
A Lenny Niemeyer não convidaria Alcione para o almoço de domingo à tarde. O Fasano Al Mare não lhe daria a mesa, atrás das cortinas, que serviu à Madonna. E, no entanto, em “Acesa”, Alcione é tudo o que eu queria dizer antes para reclamar dessa falta de lubrificação nas ideias das cantoras da MPB e agora, com o seu maravilhoso CD servindo de fundo, todos podem entender melhor.
“O que vocês querem que eu faça se eu não domino essa paixão”, diz logo na primeira frase da primeira faixa do disco.
“Me leva pra cama e desperta este vulcão”, diz em outra faixa mais adiante.
O resto é o que está por aí na Lapa branquinha dos sambinhas universitários, na praia sem o coco verde dos higienizadores do bom gosto, no botequim sem a serragem ao pé do balcão, no lead e no sublead da reportagem feita pelo telefone. Dizem que as operadoras de telefonia patrocinam o país. Acho que é o Pinho-Sol.
Alcione, a melhor cantora brasileira de muitos dezembros, é de outra freguesia. Mora num bairro distante, de ruas sujas pela passagem do tempo, em que as pessoas se mexem pelo desejo de serem felizes e não antenadas. Aqui, a Comlurb não recolhe o lixo sentimental das histórias que se acumulam nos corações. Elas viram patrimônio, ruga, gritos na madrugada e samba bom. O padrão de qualidade de Alcione é o da emoção vivida, a vida das mulheres adultas que ousam dizer seu nome. Já pintaram, bordaram. Não têm vergonha de vir a público, segurar o microfone e encher a boca para dizer com toda franqueza. O que vale mesmo é a “pegada” do distinto que lhe vai na cama. Aqui não se usa lençol de 500 fios da Alfaia. Nada de racionalismo grifado pela Maria Bonita, nem o sossego-tarja-preta dessas moças que se alimentam existencialmente com o tédio de um kone, dois kebabs e 28 kisses diferentes por noite, proteínas ralas do jogo rápido e das relações sem compromisso.
Enfim, um CD não adolescente.
“Quem ama nunca mede as consequências”, diz Alcione.
“Ele me faz virar os olhos de madrugada”, continua, para deixar as coisas bem claras.
Enfim, uma cantora que solta a voz, e que voz tamanha! Alcione parece estar contando o que lhe vai nos buracos da alma, não o que possa parecer recomendável para ficar com o mesmo jeito das outras e dar continuidade a esse filme de terror que vive o dial do rádio, nos carros presos neste imenso engarrafamento da imaginação. As cantoras lançadas esta semana cantam iguais às da semana passada e, ao contrário da Cássia Eller, da Ângela Ro Ro, da Rita Lee, suas letras falam do nada, do ectoplasma do ET de Varginha, de tudo que não lhes diz respeito. As tatuagens mudam, o resto é o de sempre. As moças mais bonitas do Leblon estão se vestindo todas do mesmo jeito. Os textos dos jornais escritos pelas moças mais bonitas do Leblon parecem saídos de uma máquina de temaki.
Por isso, contra o tédio cantante, a sensaboria reinante, use Alcione. Sinta “o gosto do desejo”, deixe que “o corpo se inflame”, permita “a mão atrevida” e provoque no outro o que lhe “acenda a imaginação”. Chega de sussurro e som de besouro ímã nas letras das canções. Enfim, uma cantora que você sabe do que ela está falando. A vida, o amor e a arte só têm graça se puderem ser de outro jeito".
Foi em meados de outubro que senti que o Fluminense seria rebaixado. Cheguei a comentar isso no twitter, e na ocasião comecei a me preparar para a barra pesada de enfrentar um duplo rebaixamento – Império Serrano e Flu – no mesmo ano. Flechas sorrateiras, cheias de veneno, sobre dois pontos frágeis do meu coração.
Então decidi que, confirmado o rebaixamento, escreveria um texto analisando as duas quedas – sobretudo, suas diferenças. A idéia era mostrar como o Império caiu por motivos alheios a seu desempenho na Sapucaí. Motivos já exaustivamente apontados aqui no blog.
O Tricolor, por sua vez, seria vítima da incompetência de sua diretoria. Contando com vultosos recursos, Horcades e Cia. se notabilizaram por gastar mal, por uma administração perdulária, isso sem falar nas declarações quase sempre infelizes.
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A faixa que virou símbolo da reação do Tricolor
Porém, como bem observou o Juca Kfouri, no meio do caminho tinha uma torcida. E essa torcida – exemplar – abraçou o time e não largou mais. Sempre levando uma faixa que acabou virando símbolo da reação ("Lutem até o fim", dizia), encheu os estádios e comprou a briga. Não parou de cantar um só instante nos jogos, mesmo nos momentos em que o time desandava em campo e tudo parecia se esfarelar. E eu estive lá, a cada partida, num nervosismo agudo.
Aliás, se tivesse que eleger o capítulo mais bonito dessa trajetória, escolheria a recepção aos jogadores, no aeroporto, depois da goleada para a altitude (e a LDU) em Quito. Num ato improvável, mais de 300 tricolores foram ao Galeão receber o time. E os 300 se multiplicaram em 70 mil no jogo de volta, aplaudindo os “guerreiros” após o incisivo 3x0.
Claro que o Cuca tem muito mérito na extraordinária recuperação da equipe. Sem alarde, ele afastou velhas figuras nefastas que se achavam donas das camisas e fez o que há muito tempo se pedia: abrir espaço para os garotos de Xerém.
Claro que Fred foi fundamental. Craque de bola, ele assumiu o papel de líder do time e, com técnica e muita, muita raça, fez diferença.
Claro que Conca, sempre ele, ajudou um tanto com sua regularidade, com seu talento e sua capacidade de tirar fôlego sabe-se lá de onde.
Claro que sem os meninos, sem o goleiro Rafael, ou o incansável Diguinho, ou o raçudo Gum, sem cada um desses atletas, o Fluminense não teria feito o que fez.
E o que o Fluminense fez neste Campeonato Brasileiro, meus caros, foi desmoralizar a estatística.
Saudações tricolores.
. Amanhã, às 18h30, o amigo Luiz Eduardo Matta estará na Livraria da Travessa do Leblon para participar do evento Todas as letras, realizado pela Primavera Editorial, que consiste na promoção de encontros entre escritores e leitores. Na ocasião, será lançado O véu, o novo romance do Luiz - que, aliás, tem um site: www./oveu.wordpress.com;
. Também amanhã, o Centro Municipal de Referência da Música Carioca vai promover um talk show comandado pelo jornalista Hugo Sukman. O convidado será o grande Nei Lopes (foto). Com entrada gratuita, o evento acontecerá às 19h. O endereço é Rua Conde de Bonfim, 824 - Muda;
. Na segunda, "a partir das 19h e até o último leitor" (como avisa o convite), vai rolar o lançamento do livro As desaparições, de Alexei Bueno. Será no Café Lamas;
. Também na segunda a partir das 19h, o amigo Luiz Pimentel lançará no Bip Bip o livro Paixão e Ficção: Contos e causos do futebol. O livro é uma obra conjunta que reúne textos de Aldir Blanc, Armando Nogueira, Renato Maurício Prado, Nani e Zico, além do próprio Pimentel e de outros autores. As ilustrações são do Amorim;
. Na quarta, a partir das 18h30, será a vez do lançamento do Guia afetivo da periferia, do Marcos Vinícius Faustini. O evento acontecerá na Livraria da Travessa do CCBB;
. Na sexta, enfim, teremos a festa de lançamento da nova edição da revista Ficções, que traz um conto inédito deste que vos escreve e trecho do novo romance (ainda em construção) do amigo Flávio Izhaki. Com o DJ Dodô (foto) nas carrapetas - ele que também publica um texto na revista -, o furdunço será no Oi Futuro do Flamengo.