
O lindo e consciente e-mail que recebi de Quitéria Chagas comentando o assalto de que fomos vítimas só me faz renovar a certeza de que, inclusive neste tópico (rainhas de bateria), o Império Serrano é mesmo uma escola singular. Quitéria nada tem a ver com essas modeletes de ocasião que povoam outras agremiações, e muito menos com a aproveitadora que tentou comprar seu posto no Império em 2009 (conseguiu em uma coirmã vizinha) e ainda assim recebeu grande destaque nessa nossa imprensa acrítica e deslumbrada (Revista do Globo e Veja Rio que o digam).
O que fica disso tudo é essa frase aí de cima, na faixa que o amigo Eduardo Carvalho fotografou durante a concentração. Pouca coisa não vai nos jogar no chão.
P.S. Na carta que o site de O Dia publicou hoje, a Quitéria repete os argumentos utilizados no e-mail. Ótimos argumentos, aliás. "O samba está se vendendo por qualquer Real, apesar de ser um patrimônio, um patrimônio nosso por direito. As próprias pessoas do meio se vendem e vendem sua cultura, mas o Império, digo com absoluta certeza, está fora disso, nunca se vendeu. Só sou rainha de bateria por causa do meu trabalho, minha dedicação, minha paixão e porque sei que o Império não se vende. Agradeço muito a todos e sei o quanto é difícil, prncipalmente nos momentos de dificuldade, recusar dinheiro. Graças a Deus, os imperianos sabem que mais vale ter dignidade", afirma ela. Leia a íntegra da carta aqui.
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