
Fui, enfim, conferir o segundo e elogiado longa do Cláudio Assis e confesso que não consigo entender por que até mesmo gente boa da nossa crítica continua a subscrever com tamanho entusiasmo o trabalho deste diretor tão pôseur. Com sinceridade, essa postura de cineasta marginal, que se considera moralmente superior aos demais cineastas por hipoteticamente mostrar 'a realidade crua da escotice brasileira", eu não compro, não.
Bem inferior ao (já superdimensionado) Amarelo manga, Baixio das bestas até tenta esconder, sob a capa de uma suposta crítica ao machismo nordestino, aquilo que o configura em essência: a misoginia mais deslavada. Mas fracassa. E pior: sequer consegue disfarçar os ecos de um erotismo pedófilo. Ainda assim, o "contestador" Assis continua enganando muita gente...
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